Não pensa em dinheiro, meu bem
A gente vai melhorar
No ano que vem a gente vai pra Calcata
Andar pelas ruas da cidade cravada na pedra
Colocar os pés no chão pra sonhar...
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
Jogo da memória
Entre andanças e promessas
sonhos, aspirações
e um desejo que se rui
Viro a primeira peça
e vejo o menino que fui
Entre tantas outras peças
avessas à recordação
Aquela que preciso escolher
traz a lembrança do homem
O homem que eu queria ser...
quarta-feira, 6 de julho de 2011
Pra vestir a alma
Coloquei meu vestido de seda-ai-ai
[Amor em mim]
Coloquei meu vestido de seda-ai-ai
[Amor, pra fazer você olhar pra mim]
ai-ai, você em mim...
[Amor em mim]
Coloquei meu vestido de seda-ai-ai
[Amor, pra fazer você olhar pra mim]
ai-ai, você em mim...
sábado, 23 de abril de 2011
Oração
Vou vestir minha armadura e caminhar por entre os dragões.
Percorrer o mundo coberta das cores que forram minha polpa sem casca. Coberta da colcha que transpassa minha carne frágil, para alcançar minha’lma e proteger minha mente. Porque eu estou vestida com as cores e as armas de aurora. Iluminando meus dias que teimam em envelhecer em noites. Marcando o céu com a cor de todo sonho que é meu, e não. Pros sonhos e cenas que eu tiver que aparecer, pingo as cores, traço um risco, danço um laço de fita costurando meu ser retalhado. Pra melar minha lua, dourar minha pele, mirar meu encanto, ouvir a fala das moscas, amarro minha andança na força que arranco da colcha, tecida da loucura que é nossa. E observo atenta, enovelando o abraço: Pairando pelo crepúsculo, cirkombinados, suspensos pelo balão, cada um deles que formam o mosaico que sou.
Percorrer o mundo coberta das cores que forram minha polpa sem casca. Coberta da colcha que transpassa minha carne frágil, para alcançar minha’lma e proteger minha mente. Porque eu estou vestida com as cores e as armas de aurora. Iluminando meus dias que teimam em envelhecer em noites. Marcando o céu com a cor de todo sonho que é meu, e não. Pros sonhos e cenas que eu tiver que aparecer, pingo as cores, traço um risco, danço um laço de fita costurando meu ser retalhado. Pra melar minha lua, dourar minha pele, mirar meu encanto, ouvir a fala das moscas, amarro minha andança na força que arranco da colcha, tecida da loucura que é nossa. E observo atenta, enovelando o abraço: Pairando pelo crepúsculo, cirkombinados, suspensos pelo balão, cada um deles que formam o mosaico que sou.
segunda-feira, 18 de abril de 2011
Possessão
vou abandonar minha pele
jogar fora a casca
me desfazer de mim
atravessar sua aura
invadir sua carne
possuir seu corpo
e viver em você
jogar fora a casca
me desfazer de mim
atravessar sua aura
invadir sua carne
possuir seu corpo
e viver em você
Assinar:
Postagens (Atom)